







Iniciei minha participação neste Pan com a prova de revezamento 4 x 60 minutos de espera no saguão do aeroporto. À deriva, pensava: É impressionante como o descaso das autoridades por esta crise já não faz diferença para a maioria. No momento de embarque para o Rio, algumas coisas curiosas aconteceram e que sobre as quais vale a pena refletir. Pessoas gritando e reclamando dos atrasos e todo “aquele barraco” de sempre. Mês passado assisti a uma reportagem que falava sobre uma tese de doutorado de um psicólogo da UnB. Esta tratava sobre o comportamento dos brasileiros que enfrentam filas. Foi comprovada por esta pesquisa que a indignação da maioria era decorrente da falta de algum tipo de satisfação pela demora e não pelo fato de estarem na fila. Literalmente eu comprovei esta tese hoje!!!!!
Em um ano, onde os jogos Pan-americanos serão realizados no Brasil, com a participação de uma atleta e aluna do UNICEUB (Rebeca Gusmão) e uma professora do nosso quadro de docentes do curso de educação Física (Profa. Dra.Rossana); única árbitra participante da comissão de arbitragem de ginástica artística de Brasília, um cenário de grandes oportunidades se apresenta para o retorno institucional que o UniCEUB obterá ao eleger o esporte como uma ferramenta de educação e de sociabilização. Temos no segundo semestre um grande desafio: A realização das primeiras olimpíadas do UniCEUB, que será outro grande passo dentro dos objetivos da instituição. Precisamos trocar experiências e aprender com os melhores. É nessa perspectiva que a instituição investiu nesta cobertura dos jogos , levando o responsável pelo esporte (adjunto de esporte), com o objetivo de vivenciar uma competição deste nível trazendo experiência e intercâmbio de idéias para a continuidade o trabalho dentro da instituição.