quinta-feira, 14 de outubro de 2010

terça-feira, 28 de setembro de 2010

ABERTURA DO IV CONCOCE NO UniCEUB

REPORTAGEM DO CORREIO BRASILIENSE DE 29 DE SETEMBRO DE 2010
Em 2014 e 2016, o Brasil sediará dois grandes eventos mundiais: a Copa do Mundo e as Olimpíadas. “A formação dada aos estudantes de Educação Física do UniCEUB visa a essa expectativa. Sabemos que a oferta de trabalho irá aumentar e preparamos nossos alunos para isso”, comenta o coordenador do curso, professor Marcelo Boia. Pensando nisso, a 3º Semana de Educação Física do UniCEUB, realizada entre os dias 22 e 25 de setembro, foi inserida no IV Congresso Centro-Oeste de Ciências do Esporte (CONCOCE) e no I Congresso Distrital de Ciências do Esporte (CONDICE), cujo tema foi Megaeventos esportivos: impactos para a Educação Física, o esporte e o lazer. Segundo Marcelo Boia, muitos participantes são referências recomendadas. “Trouxemos para o UniCEUB os Congressos que, apesar de serem regionais, têm repercussão nacional”, afirma. Durante os três dias, os alunos participaram de conferências, mesas-redondas, seminários, oficinas temáticas, entre outros. A inscrição nos Congressos foi gratuita para os alunos do UniCEUB.



terça-feira, 31 de agosto de 2010

CONCOCE e 3o SEMANA DE EDUCAÇÃO FISICA UNICEUB



Em parceria com o CONCOCE, o UniCEUB realiza Congresso de incentivo à formação inicial e continuada aos alunos do curso de Educação Física

Em vista de promover o intercâmbio acadêmico e cultural de estudantes e profissionais de Educação Física e Ciências do Esporte, será realizado, de 22 a 25 de setembro, no UniCEUB, o IV Congresso Centro-Oeste de Ciências do Esporte (CONCOCE) e o I Congresso Distrital de Ciências do Esporte (CONDICE), cujo tema é Megaeventos esportivos: impactos para a Educação Física, o esporte e o lazer.

O CONCOCE foi promovido pelo Colégio Brasileiro de Ciências do Esporte (CBCE) e teve a primeira edição realizada em 1998, em Brasília. Depois de passar por Goiânia e Cuiabá, o Congresso retorna ao Distrito Federal. O projeto tem o intuito de contribuir para a formação inicial e continuada dos interessados na área de esporte, educação, cultura e lazer. É um evento sem fins lucrativos e busca fomentar e socializar o processo de produção do conhecimento acadêmico-científico.

O IV CONCOCE terá programação diversificada que possibilitará a divulgação do conhecimento cientificamente construído e o relato de experiências da ação pedagógica dos professores e dos agentes comunitários.

Em sua primeira edição o I CONDICE apresentará os diferentes projetos desenvolvidos no Distrito Federal, onde pretende mostrar a riqueza e a diversidade cultural em Brasília.

Acesse www.4concoce.com.br, para realizar as inscrições e conferir a programação do IV CONCOCE e do I CONDICE.


A programação do IV CONCOCE e I CONDICE é composta por: 1 conferência de abertura, 2 mesas redondas, 24 seminários introdutórios e/ou oficinas temáticas, programação dos GTTs, apresentação de artigos, relatos de experiências, pôster, lançamento de livros, Fórum da Pós-Graduação em Educação Física, festa de confraternização e assembleia final com avaliação do evento.Alem de toda esta programação estará acontecendo simultaneamente a 3o SEMANA DE EDUCAÇÃO FISICA DO UniCEUB.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

PESQUISA DE TESES MAIS ACESSADAS EM BANCO DE DADOS

CONCLUSÃO DA PESQUISA
http://www.nuteses.ufu.br/trabalho_3.pdf

Através da nossa vivência no Núcleo Brasileiro de Dissertações e Teses em Educação Física e Esportes - NUTESES da Universidade Federal de Uberlândia – UFU e participação ativa do processo de conhecimento e envio dos pedidos de usuários de todo o território brasileiro, feito à base do NUTESES, percebemos a relevância do trabalho realizado e a importância de se fazer um estudo estabelecendo como foco de atenção, a contribuição que o NUTESES vem exercendo no meio acadêmico, bem como detectar possíveis mudanças ocorridas nas tendências dos estudos nas áreas da Educação Física e afins.
Foi levantado o histórico da base desde sua criação e, de acordo com a temática deste estudo, delimitamo-lo no período de 2001 a 2004.
Este trabalho exigiu a análise quantitativa de todos os pedidos feitos à base do núcleo. Concluímos que o NUTESES possui 2080 produções científicas em nível de Mestrado e 93 em nível de Doutorado de um total de 2213 e 204, respectivamente.
Durante o período delimitado para este estudo, foi constatado que a produção científica de Marcelo Guimarães Bóia do Nascimento, intitulada de “Musculação, exercício aeróbico e suas relações com o emagrecimento”, desenvolvida na instituição UCB/Brasília, foi a mais solicitada pelos usuários da base do NUTESES. A área temática desse estudo classifica-se como Biológica, conforme Sousa (1999), que também é a área mais solicitada. A Universidade Federal de Santa Catarina se caracterizou como a instituição de maior procura nos pedidos cadastrados na base.
A característica predominante dos trabalhos analisados é que independentemente da área e subárea abordada, as dissertações e teses analisadas foram elaboradas sob a abordagem metodológica, empírico-analítica, cujas peculiaridades principais são: a) os autores desconsideram a historicidade do objeto pesquisado; b) os pesquisadores advogam pela neutralidade científica; e c) os estudos primam pelo rigor científico. Os resultados obtidos nesse estudo corroboram os questionamentos de Carmo (1984) e Gaya (1987) apud Silva (1990), quanto à contribuição social das pesquisas em Educação Física e Esportes cuja ênfase é dada à quantificação dos dados e ao discurso de neutralidade científica em detrimento do compromisso social com o que se produz nessa área do conhecimento.
Com isso, podemos afirmar isto se dá devido à facilidade ao acesso às novas tecnologias que a região sudeste possui e também da grande população acadêmica existente nesta região.
Os graduandos são os que mais utilizaram a base do NUTESES entre 2001 e 2004. Em seguida estão respectivamente: especialistas, mestres e doutores. Percebemos que quanto maior o nível de graduação do usuário menor é a procura por produções científicas. Com relação à área de atuação dos usuários, destacou-se o Ensino Superior e, frente às outras áreas. A Educação Física Adaptada é a que menos possui profissional, segundo o perfil dos usuários da base.
Portanto, com a implementação do projeto de digitalização dos textos completos de todas as teses e dissertações disponíveis no NUTESES, foi possível estabelecer um grande avanço para a pesquisa na área, visto que diminuiu, sobremaneira, o tempo e o custo de recuperação dos documentos, bem como o acesso dos interessados em desenvolver novos estudos de qualidade.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

segunda-feira, 26 de julho de 2010

quinta-feira, 8 de julho de 2010

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Lançamento do CLUBE DE CORRIDA no aniversario de Brasilia.

Nas comemoraçoes do aniversario dos 50 anos de nossa capital, marcamos presença com o lançamento de nosso CLUBE DE CORRIDA. APRESENTAMOS UMA SURPRESA PARA TODOS MOMENTOS ANTES DA LARGADA DA CORRIDA DE REVEZAMENTO: UM FLASH MOB QUE ENCANTOU E EMPOLGOU TODO O PUBLICO PRESENTE...

segunda-feira, 5 de abril de 2010

UniCEUB EM GRANDES DEBATES - Encontro Regional do PRONASCI/PELC é realizado no UniCEUB



Definir estratégias e diretrizes das políticas públicas para os próximos dez anos nas áreas de esporte, lazer e cidadania é o objetivo do Encontro Regional Centro-oeste e Norte do PRONASCI/PELC, que contou com a participação de alunos do curso de Educação Física, gestores e agentes de várias cidades das regiões. O evento busca trocar experiências por meio da interação dos setores e solucionar problemas, como drogas e falta de esporte e lazer.

Os debates foram realizados nos dias 29, 30 e 31 de março, no auditório do bloco 1 e deram oportunidade aos alunos de opinar sobre as políticas públicas para o futuro. O coordenador do curso de Educação Física, Marcelo Bóia, explica a importância da participação no evento. “Os alunos de Educação Física têm a oportunidade de discutir nas mesas de trabalho e realizar a elaboração e a construção conjunta de sugestões do plano decenal PRONASCI/PELC”, afirma Bóia.

A escolha do UniCEUB como sede do evento ocorreu pela influência da Instituição na área de conhecimento e na intervenção social. “Trazendo essa iniciativa para o Centro Universitário de Brasília, com excelente corpo docente e alunos participativos, há grande possibilidade de interação. Será um olhar diferenciado que os estudantes vão poder ter da política pública próxima, que chega à universidade, e nós, ao mesmo tempo, mantemos a discussão e agregamos mais pessoas para nossa causa”, explica a secretária nacional de Desenvolvimento de Esporte e de Lazer do Ministério do Esporte, Rejane Penna Rodrigues.

O Programa Esporte e Lazer da Cidade (PELC) foi criado pelo Ministério do Esporte em 2003, para democratizar o acesso ao esporte e ao lazer, garantindo à população um direito constitucional e promovendo a integração social nas comunidades onde os núcleos são implantados. No PELC, são realizadas atividades esportivas, culturais e de lazer a todas as faixas etárias e pessoas com deficiência.

Em 2008, o Ministério do Esporte e o Ministério da Justiça firmaram parceria com a criação do PRONASCI/PELC. Com a união ao Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (PRONASCI), o PELC passou a atender, em núcleos específicos, jovens de 15 a 24 anos que se encontram em territórios de vulnerabilidade social (eixo de atuação do PRONASCI). Um dos objetivos da parceria é utilizar o esporte e o lazer como recurso de promoção da cultura da paz, proporcionando ações nas comunidades.

A união dos ministérios busca mostrar que nenhuma atitude obtém sucesso se realizada individualmente. A solução dos problemas nos bairros violentos depende do Ministério da Justiça, oferecendo segurança e aplicando leis, e de políticas de incentivo ao esporte e ao lazer por parte do Ministério do Esporte.

“Nós entendemos que essa parceria é fundamental, pois não adianta ter boa polícia se não tivermos alternativas para encaminharmos esse jovem e ações para que a comunidade se organize melhor, a fim de que os ambientes comunitários possam servir de respaldo e local para os jovens circularem. Por meio das discussões, podemos fazer que certos serviços cheguem a determinados locais e oferecer aos jovens aquilo a que têm direito”, explica o coordenador de modernização das instituições policiais do PRONASCI, Jorge Quadros.

O PELC/PRONASCI focaliza a juventude que precisa de ajuda, além de motivar a troca de experiências entre os grupos de ação. A secretária nacional destaca que “quanto maior a integração do Ministério com as instituições que formam os futuros profissionais, melhor”.

Isso motivou estudantes de Educação Física do UniCEUB a participar das palestras e sugerir diretrizes nos grupos de discussão das linhas estratégicas dos próximos dez anos. Durante o debate, alguns pontos são de interesse dos alunos e do PELC, como financiamento, e outros se destinam aos futuros profissionais, pois são relacionados ao esporte universitário e à formação de recursos humanos, sendo que, no encontro regional, todas essas questões serão discutidas.

O aluno de Educação Física Cláudio Brumara participou do evento e destacou que, durante os três dias, os estudantes “têm contato com o que o ministério do Esporte pretende fazer em termos de política pública e implementação do esporte e do lazer. Isso dá uma noção interessante sobre atuação no mercado de trabalho e como se pode contribuir para esse segmento da Educação Física”, destaca.




Acesse o link abaixo e confira a participação dos alunos de Ed. Física no congresso PELC\PRONASCI DE 2010 para a construção de propostas de políticas publicas de esporte e lazer para o próximo biênio.


http://www.uniceub.br/Pdf/UniceubEmAcao/UniCEUB433.pdf

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

RIO 2016 - AS OLIMPÍADAS SERÃO AQUI!

" NOS ORGULHAMOS SIM, DE SERMOS BRASILEIROS..."
Hoje finalmente foi quebrada a última barreira de preconceito mundial contra o Brasil!

COPENHAGUE - Cinco minutos antes do início da cerimônia de anúncio da sede da Olimpíada de 2016, o presidente Lula, que estava no hotel esperando a escalada da votação, chega ao auditório do Bella Center. Carrega um séquito de seguranças, ministros e assessores. O solene e sóbrio evento do Comitê Olímpico Internacional (COI) tinha roteiro e, se fosse qualquer outro país, seria seguido à risca. Mas lá vai Lula, roubando olhares e palmas de uma plateia que muitas vezes não demonstra qualquer emoção.Lula senta-se na primeira fila. Nervoso e impaciente, levanta-se e tenta cruzar todo o palco, talvez para cumprimentar o companheiro José Luis Zapatero, chefe de Estado espanhol e rival nesse embate olímpico. Na mesma hora a voz do microfone anuncia: "dois minutos para começar". Lula é içado, dá uma paradinha que lembra aquela do Rubinho Barrichello no pódio. Senta novamente. Arranca gargalhadas da plateia. O protocolo se desespera. Timidamente. Mais ainda dá tempo. Lula faz o sinal da cruz. Sentado do lado oposto, de frente, Joseph Blatter, presidente da Fifa e membro do COI, com direito a voto, não tira os olhos de Lula. Parece magnetizado. Cutuca os membros do COI ao lado. Repete o sinal da cruz de Lula, indicando a eles o gesto do presidente do Brasil. Ri. Balança a cabeça, como se dissesse que esse cara não existe. Muitos outros presentes não tiram o olhar do brasileiro. Quando o presidente do COI, Jacques Rogge, pronuncia a palavra Rio de Janeiro e vira a placa, uma explosão de alegria do lado brasileiro. Lá está Lula pulando como um torcedor qualquer, abraçando todos, chorando como se fosse uma criança. Imediatamente tenta partir em direção à delegação espanhola. Não consegue. É bloqueado, como num jogo de futebol americano. Mas fura o bloqueio. Sob o comando de Lula, a comemoração brasileira em Copenhague vira carnaval baiano. Pipoca pura. Sem direção. Segue a pipoca o sempre recatado escritor Paulo Coelho. "Pula, pula Paulo", incentiva uma brasileira. E Paulo pula. Lula e Pelé comemoram o gol da Olimpíada juntos, bandeira do Brasil nas costas. Juntam as lágrimas. Arrastam mais uma multidão. Lula para e faz questão de abraçar Juan Antonio Saramanch, 89 anos, ex-presidente do COI e artífice da candidatura de Madri, sentado no meio do tumulto. Dá um beijo na testa dele. Depois, segue em frente e finalmente encontra Zapatero. Trocam um forte abraço. Cochicham ao pé do ouvido, envolvidos por uma multidão, feito almôndegas. Meia volta. Lula arrasta a turba de novo. Na contramão. Bandeira brasileira na mão. Vê Guga no caminho. "Guguinha, Guguinha. Me dá um abraço". Começa a cantoria. "Cidade maravilhosa cheia de encantos mil...". Lula agora vira puxador da alegria, seguido por Hortência, Janeth, Daiane dos Santos, Isabel Swan, César Cielo, Bernard. Encontra Pelé de novo no caminho. Outro abração. Encorpado. A segurança vai arrastando Lula para fora do auditório, levando também alguns ministros, seguido por dezenas de câmeras. Pipoca política. Lula carrega a bandeira no ombro. Desce a escada. Já no hall inferior, desdobra a bandeira, ajudado por outras pessoas, e cria mais uma imagem que vai percorrer o mundo. Depois é carregado para uma sala. Meia hora depois, Lula está de volta para a entrevista do vencedor. E o primeiro a sentar à mesa. Parece entorpecido. Põe os fones de ouvido, embora não tenha ninguém falando. O governador do Rio, Sérgio Cabral, chega e senta do seu esquerdo. Antes da entrevista acontece a cerimônia de assinatura do contrato, em outra mesa. O prefeito do Rio, Eduardo Paes, levanta a caneta, como se fosse troféu. Fica de pé. Beija a caneta. Corre para Sérgio Cabral e o faz também beijar a caneta. Tenta que Lula também beije, mas Lula despista, vê a caneta e devolve-a. Jacques Rogge parece não acreditar no que vê. Mas ainda não tinha visto nada. Lula tem Nuzman de um lado. E Sérgio Cabral de outro. Do lado de Nuzman está o presidente do COI, Jacques Rogge, impávido como Bruce Lee.Nuzman é o primeiro a falar. Desfila elogios a Lula, Cabral e Paes. Mas foca suas palavras em Lula, que se emociona. E chora. Copiosamente. Por minutos. Estanca as lágrimas com um lenço. Encobre o rosto. Cliques de máquinas e flashes pipocam de todos os lados. Outro momento para ser espalhado pelo mundo. Quando tem a palavra, Lula derruba o protocolo mais uma vez. Começa a falar de Jacques Rogge, que estava sem fone para seguir a tradução simultânea. Cutucado por Nuzman, põe o fone e ouve: "primeiro queria agradecer ao Jacques Rogge pelo carinho, pela gentileza. Todo mundo dizia na minha delegação: ¿mas ele não ri? Ele está sempre muito sério. Será que ele gosta de brasileiro ou não gosta de brasileiro?' E eu fico pensando muitas vezes que, no papel de presidente, a gente não pode rir. Temos que mostrar a maior seriedade". E Jacque Rogge bem que tenta, mas não segura. E ri. Lula fez o impávido Jacques Rogge sorrir. Lula fala de Obama, brinca com a vitória sobre o presidente norte-americano. É aplaudido no auditório pelos brasileiros de plantão. Tem o nome gritado em uníssono. E continua. Diz que é amigo pessoal de Zapatero e que só não é amigo do primeiro-ministro japonês por que ele é muito novo e está no cargo "há apenas duas semanas". E que no Japão "você dá bom dia a um primeiro-ministro e boa tarde a outro, pois eles mudam a toda hora". Nova quebra de protocolo. E risos, alguns nervosos, ecoam no auditório. Lula também começa a cutucar Jacques Rogge com o braço, quando quer falar diretamente com ele. Discreto e claramente incomodado, é ajudado por Nuzman na tarefa de conter o presidente brasileiro. Já cansado de responder e discorrer sobre os mesmos assuntos, Lula tenta terminar o discurso e levantar da cadeira. Não consegue. Responde a mais algumas perguntas e diz que quer voltar logo para o hotel e ligar para mulher Marisa. Não sem antes deixar a ultima pérola: "Depois de 2016, vamos brigar por uma Olimpíada de Inverno", brinca com uma provocação política. Mais aplausos e Jacques Rogge avisa ao assessor de imprensa do COI que é uma boa oportunidade para encerrar a entrevista, totalmente fora de qualquer padrão olímpico. Lá vai Lula, de novo arrastando multidões, perdendo-se nos corredores do Bella Center, no dia mais feliz de sua vida, segundo suas próprias palavras. E lá vem a Olimpíada com o tempero brasileiro. Por Antônio Prada.

VIDEO DA CANDIDATURA DO RIO PARA AS OLIMPIADAS Rio 2016





sábado, 19 de setembro de 2009

ACREDITE!!!!



Alegre-se!inspire-se! acredite! treine!estude!conquiste!


faça a diferença!

SEMANA DA EDUCAÇÃO FÍSICA -UniCEUB 2009
















A semana da Educação Física UniCEUB 2009 contou com a participação efetiva de nossos alunos com todas as vagas ocupadas e uma maciça participação nos diversos cursos, palestras e mesas redondas oferecidos. Podemos destacar entre os diversos eventos, o curso de mergulho e a palestra do professor Lula Ferreira, ex-técnico da seleção Brasileira de Basquete e atual técnico do time Universo – vice campeão brasileiro, que abordou temas interessantíssimos, como por exemplo, a realidade do NBB. Vale ressaltar também a inusitada experiência oferecida pelo curso de mergulho, já que dentro da disciplina de nosso currículo, fisiologia do exercício podemos colocar em prática os aprendizados teóricos da fisiologia de profundidade.
CONFIRA NA http://www.uniceub.br/TVUniceub/TV010_CanalNoticia.aspx TV WEB DO UniCEUB REPORTAGEM SOBRE O EVENTO.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

SEMANA DA EDUCAÇÃO FÍSICA

VEJA A REPORTAGEM NO LINK:

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

REFLEXÕES: o mercado de trabalho na perspectiva da formação do profissional de Educação Física.

Conforme o que diz Saviani (1994), o tema educação e trabalho pode ser entendido a partir de duas perspectivas: a de que não há relação entre os dois termos e a de que, ao contrário, ela vem se estreitando em decorrência do reconhecimento que a educação, ao qualificar os trabalhadores, pode vir a contribuir para o desenvolvimento econômico. A primeira perspectiva encontra justificativa histórica na Antigüidade com o surgimento da propriedade privada, que permitiu a ascensão de uma classe ociosa que, ao ter seu sustento garantido pelo trabalho alheio, passou a dispor de um tipo de educação que visava mais a formação de lideranças políticas e militares do que a preparação para a inserção no sistema produtivo. A escola tem aí a sua origem, sendo reservada àqueles mais abastados que dispunham de tempo e recursos para usufruir de seus benefícios. Alheio a isto o povo continuava se educando pelo trabalho cotidiano. A segunda perspectiva, por sua vez, torna-se mais visível não só a partir do surgimento das cidades modernas que passaram a atribuir uma outra função à escola – a de formar cidadãos cientes de seus direitos e deveres – como também das transformações científicas, tecnológicas e econômicas, que ocorreriam mais tarde e contribuiriam para o reconhecimento de que os trabalhadores que dispusessem de uma escolarização básica estariam mais habilitados intelectualmente a lidar com a complexidade crescente do sistema produtivo. O desenvolvimento científico e tecnológico, suporte fundamental da globalização, aumenta a complexidade do mundo e passa a exigir um profissional com competência para lidar com um número expressivo de fatores. Este perfil profissional desejável está alicerçado em três grandes grupos de habilidades: i) as cognitivas, comumente obtidas no processo de educação formal (raciocínio lógico e abstrato, resolução de problemas, criatividade, capacidade de compreensão, julgamento crítico e conhecimento geral); ii) as técnicas especializadas (informática, língua estrangeira, operação de equipamentos e processos de trabalho) e iii) as comportamentais e atitudinais - cooperação, iniciativa, empreendedorismo (como traço psicológico e como a habilidade pessoal de gerar rendas alternativas que não as oferecidas pelo mercado formal de trabalho, Karlöf, 1999), motivação, responsabilidade, participação, disciplina, ética e a atitude permanente de aprender a aprender (Assis, 1994, Gílio 2000; Silva Filho, 1994; Whitaker, 1997). As barreiras para a composição deste perfil é que dão significativa importância aos problemas da qualificação e requalificação profissional (Bruno, 1996; Cattani, 1996; Hirata, 1994; Fogaça & Salm, 1995; Saviani, 1994), haja vista que a competitividade no mercado local, regional e mundial passou a depender cada vez mais da capacidade de a empresa produzir e incorporar inovações, o que põe em jogo a formação de seus recursos humanos (Carvalho, 2000). A crescente dificuldade enfrentada pelos responsáveis por recrutamento de pessoas em conseguir no mercado de trabalho profissionais habilitados a ocuparem as vagas disponíveis coloca em discussão a eficiência no processo de formação e qualificação.
Neste contexto a formação do profissional em Educação Física constitui-se, desde a década de 80, uma questão crucial e objeto de inúmeras publicações e debates. O currículo tradicional-esportivo enfatiza as chamadas disciplinas "práticas" (especialmente esportivas). O conceito de prática está baseado na execução e demonstração, por parte do graduando, de habilidades técnicas e capacidades físicas (um exemplo são as provas "práticas", onde o aluno deve obter um desempenho físico-técnico mínimo). Há separação entre teoria e prática. Teoria é o conteúdo apresentado na sala de aula (qualquer que seja ele), prática é a atividade na piscina, quadra, pista, etc. A ênfase teórica se dá nas disciplinas da área biológica/psicológica: fisiologia, biologia, psicologia, etc. Este modelo iniciou-se ao final da década de 60 e consolidou-se na década de 70, acompanhando a expansão dos cursos superiores em Educação Física no Brasil e a "esportivização" da Educação Física (BETTI, 1991). Esta é uma concepção ainda prevalecente em muitos cursos, especialmente nas instituições privadas. O currículo de orientação técnico-científica valoriza as disciplinas teóricas - gerais e aplicadas - e abre espaço ao envolvimento com as Ciências Humanas e a Filosofia. O conceito de prática é outro: trata-se de "ensinar a ensinar". Um exemplo são as "seqüências pedagógicas". Adiantamos que ainda é um conceito limitado, pois o graduando aprende a "executar" a sequência, e não a aplicá-la, porque a aplicação – dizem os defensores deste modelo - é um problema da prática de ensino. O conhecimento flui da teoria para a prática, e a prática é a aplicação dos conhecimentos teóricos, na seguinte seqüência: ciência básica ⇒ ciência aplicada ⇒ tecnologia. Em alguns cursos propõe-se disciplinas de síntese, como, por exemplo, "Processo ensino-aprendizagem de habilidades motoras" e "Programas de Educação Física", que auxiliariam nesta transição da teoria para a prática. Como conseqüência, ocorre uma valorização da Prática de Ensino, disciplina autônoma que passa a ser responsabilizada quase que exclusivamente pela aplicação e integração dos conhecimentos. O modelo técnico-científico surgiu no Brasil em meados da década de 80, e consolidou-se no início da década de 90, acompanhando as mudanças conceituais e epistemológicas da Educação Física. Recebeu muito influência da concepção que vê a Educação Física como área do conhecimento (disciplina acadêmica) ou ciência, que seria responsável pela produção de conhecimentos científicos sobre o "homem em movimento", nas perpectivas biológica, psicológica, sociológica, etc. Disto resultou um considerável aumento no número e na carga horária das disciplinas de fundamentação científica e filosófica. Por conta desta concepção, de um lado, e de outro por causa da ampliação e diversificação do mercado de trabalho, já não mais restrito à Escola, surgiu a proposição, e implantação, do Bacharelado em Educação Física. Na ânsia de atender ao mercado de trabalho, os currículos de Licenciatura em Educação Física, baseados neste modelo, sofreram um "inchaço", provocado pela incorporação de conteúdos ligados à novas áreas de atuação (musculação, ginástica aeróbica, educação física adaptada, etc). O currículo de orientação técnico-científica encontra-se em vigor nos cursos de muitas universidades públicas e algumas particulares, porém dificilmente aparece na sua forma "pura", mas combinada com o tradicional-esportivo.
Acredito que discutir sobre a formação de profissionais de Educação Física fundamentada em novos referenciais, e pensando especificamente a realidade brasileira, talvês seja o caminho para a excelência. A realidade brasileira ainda não apresenta uma situação favorável à implantação de um currículo totalmente fundamentado nesta nova perspectiva, mas parece-nos viável uma combinação dos modelos técnico-cientítico e reflexivo.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

PRIMEIRA TURMA DE FORMANDOS EM EDUCAÇÃO FÍSICA DO UniCEUB







Uma visão sem ação é um sonho; uma ação sem visão é apenas um passatempo; mas quando aliamos à visão a ação podemos transformar o mundo!